Um Pouco de História
Existem registro que há pelo menos 5.400 anos os sumérios já produziam o chopp para oferecer à deusa "Nina". Nessa época o chopp era utilizado como moeda para pagar os trabalhadores e também como produto de beleza para as egípcias, que acreditavam em seus poderes de rejuvenescimento.
Na Idade Média, o chopp passou a ser produzido nos mosteiros e foram os monges católicos que deram a ele o aroma e o sabor que conhecemos hoje.
Em Pilsen, uma cidade da república Tcheca, no ano de 1839, os cervejeiros deram uma contribuição fundamental com a descoberta da baixa fermentação. Depois dela, o chopp passou a ter uma coloração mais clara, um sabor mais suave e uma maior duração para o consumo.
Estudos publicados por Louis Pasteur em 1876 sobre fermentação de microorganismos resultaram na pasteurização, que é a única diferença entre o chopp e a cerveja. Antes disso não havia diferença entre estes produtos já que ambos eram crus.
E no Brasil, o chopp chegou em 1808, trazido da Europa pela família real portuguesa de mudança para o então Brasil Colônia. A primeira notícia sobre a fabricação do chopp no Brasil é de um anúncio publicado no Jornal do Comércio, Rio de Janeiro, em 27 de outubro de 1836. O nome "Cerveja Brazileira" era desconhecido do público que a denominava de "chopp Barbante" e "Marca Barbante" que pela fabricação rudimentar, produzia grande quantidade de gás carbônico e o barbante servia para impedir que a rolha saltasse da garrafa.
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